Enviem os vossos emails para:
pm@pm.gov.pt; gab.mp@mp.gov.pt; gmc@mc.gov.pt
Com conhecimento a:
ccgp@ps.parlamento.pt; gp_ps@ps.parlamento.pt; gp_psd@psd.parlamento.pt; gp_pp@pp.parlamento.pt; bloco.esquerda@be.parlamento.pt; gp_pcp@pcp.parlamento.pt; pev.correio@pev.parlamento.pt; matp@netcabo.pt;
Texto:
Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Ministro da Presidência do Conselho de Ministros
Exma. Senhora Ministra da Cultura
Com Conhecimento a:
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do PS
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do PSD
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do BE
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do PCP
Exmo. Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do PEV
Excelências
Acabei de tomar conhecimento da criação, por parte do Ministério da Cultura, de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura. Venho por este meio expressar a minha indignação.
Não considero a Tourada cultura e sendo eu, assim como a maioria dos portugueses, contra este tipo de espectáculo a todos os níveis deplorável e que em nada dignificam o nosso País não quero que os meus impostos o financiem de qualquer forma, directa ou indirectamente.
A Declaração Universal dos Direitos do Animal, aprovada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e ONU, reconhece a necessidade de respeitar o bem-estar e natureza dos animais não humanos.
Por isso vamos chamar as coisas pelos seus nomes: Negócios de crueldade que humilham e matam pela dor, nunca serão arte nem cultura.
Assim, apelo para que V/Ex.ª interceda no sentido de acabar, quanto antes, com as implicações do Despacho n.º 3254/2010, revogando-o de forma a ser excluída a secção de tauromaquia do CNC. Apelo para que a actividade tauromáquica não seja financiada ou promovida à custa de dinheiros públicos.
Peço a demissão imediata da actual Ministra da Cultura.
Agradecendo antecipadamente a atenção que possa ser dedicada à presente mensagem, apresento a V. Ex.ª os meus melhores cumprimentos,
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
2.ª sugestão de actividade
** Sacos de Plástico **
Os sacos de plástico não são formas de transporte inócuas para o ambiente por dois motivos essenciais: o elevado número de sacos produzidos por ano (cerca de 150 por pessoa por ano) e a natureza não biodegradável do plástico com que são produzidos. Além disso, a manufactura do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis e acarreta a emissão de gases poluentes.
Estima-se que mais de 90% dos sacos de plástico acabam nas lixeiras ou como resíduos. Este número pode parecer assustador mas na verdade estes objectos ocupam apenas cerca de 0,3% do volume acumulado nas lixeiras. Mesmo assim, dada a sua extrema leveza, se não forem bem acondicionados, os sacos de plástico têm a tendência de voar e espalhar-se pelo meio ambiente. Esta situação pode provocar outros tipos de poluição.
Nos países menos desenvolvidos, onde não existem métodos eficazes de recolha e tratamento de resíduos, os sacos de plástico são quase totalmente abandonados depois do uso e acabam invariavelmente nos cursos de água. No Bangladesh, por exemplo o rio Buriganga que banha Dacca, a capital, "ganhou" por diversas vezes “barragens artificiais” de sacos de plástico e os entupimentos de esgotos foram responsáveis pelas cheias devastadoras registadas em 1988 e 1998.
Quase todos os sacos de plástico não acondicionados em lixeiras acabam, mais cedo ou mais tarde, por chegar aos rios e aos oceanos. Isto significa que todos os anos milhares de baleias, golfinhos, tartarugas e aves marinhas morrerem asfixiadas por sacos de plástico. Temos por exemplo o caso ocorrido em 2002 quando uma baleia anã deu à costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.
** Algumas Soluções **
Foram desenvolvidos materiais plásticos biodegradáveis que prometem, a um custo um pouco maior, resolver o problema ambiental causado pelos sacos comuns. Consta que um saco plástico comum pode
demorar cerca de 100 anos (dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros factores) para se
decompor, enquanto que o novo material levaria cerca de 60 dias.
Ainda assim, a maior alternativa contra o consumo de sacos de plástico, é a utilização de sacos reutilizáveis ou ecológicos, confeccionados na sua grande maioria em algodão cru. Várias empresas estão já apostadas em fornecer aos seus clientes este tipo de alternativas amigas do ambiente.
** O que pretendemos fazer **
A nossa actividade neste assunto será a de fazer um apanhado das empresas que em Portugal fornecem aos seus cliente os produtos colocados ainda dentro de sacos de plástico não biodegradáveis.
Após esse apanhado, iremos contactar todas essas empresas via email e informá-las sobre o procedimento correcto que devem ter e solicitar a substituição dos sacos com urgência. Como consumidores temos a enorme vantagem de exigir medidas sustentáveis por parte dos nossos fornecedores, sob pena de deixarmos de comprar os seus produtos.
Podem fazer o favor de enviar a vossa lista de empresas para o
email do Grupo de Acção Global em grupodeaccaoglobal@gmail.com ou colocar neste local, como resposta.
Um obrigado especial à nossa fã Cláudia Madeira pela sugestão.
Bom trabalho e até breve!
PS: Para mais informações dirige-te à nossa página no Facebook
Os sacos de plástico não são formas de transporte inócuas para o ambiente por dois motivos essenciais: o elevado número de sacos produzidos por ano (cerca de 150 por pessoa por ano) e a natureza não biodegradável do plástico com que são produzidos. Além disso, a manufactura do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis e acarreta a emissão de gases poluentes.
Estima-se que mais de 90% dos sacos de plástico acabam nas lixeiras ou como resíduos. Este número pode parecer assustador mas na verdade estes objectos ocupam apenas cerca de 0,3% do volume acumulado nas lixeiras. Mesmo assim, dada a sua extrema leveza, se não forem bem acondicionados, os sacos de plástico têm a tendência de voar e espalhar-se pelo meio ambiente. Esta situação pode provocar outros tipos de poluição.
Nos países menos desenvolvidos, onde não existem métodos eficazes de recolha e tratamento de resíduos, os sacos de plástico são quase totalmente abandonados depois do uso e acabam invariavelmente nos cursos de água. No Bangladesh, por exemplo o rio Buriganga que banha Dacca, a capital, "ganhou" por diversas vezes “barragens artificiais” de sacos de plástico e os entupimentos de esgotos foram responsáveis pelas cheias devastadoras registadas em 1988 e 1998.
Quase todos os sacos de plástico não acondicionados em lixeiras acabam, mais cedo ou mais tarde, por chegar aos rios e aos oceanos. Isto significa que todos os anos milhares de baleias, golfinhos, tartarugas e aves marinhas morrerem asfixiadas por sacos de plástico. Temos por exemplo o caso ocorrido em 2002 quando uma baleia anã deu à costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.
** Algumas Soluções **
Foram desenvolvidos materiais plásticos biodegradáveis que prometem, a um custo um pouco maior, resolver o problema ambiental causado pelos sacos comuns. Consta que um saco plástico comum pode
demorar cerca de 100 anos (dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros factores) para se
decompor, enquanto que o novo material levaria cerca de 60 dias.
Ainda assim, a maior alternativa contra o consumo de sacos de plástico, é a utilização de sacos reutilizáveis ou ecológicos, confeccionados na sua grande maioria em algodão cru. Várias empresas estão já apostadas em fornecer aos seus clientes este tipo de alternativas amigas do ambiente.
** O que pretendemos fazer **
A nossa actividade neste assunto será a de fazer um apanhado das empresas que em Portugal fornecem aos seus cliente os produtos colocados ainda dentro de sacos de plástico não biodegradáveis.
Após esse apanhado, iremos contactar todas essas empresas via email e informá-las sobre o procedimento correcto que devem ter e solicitar a substituição dos sacos com urgência. Como consumidores temos a enorme vantagem de exigir medidas sustentáveis por parte dos nossos fornecedores, sob pena de deixarmos de comprar os seus produtos.
Podem fazer o favor de enviar a vossa lista de empresas para o
email do Grupo de Acção Global em grupodeaccaoglobal@gmail.com ou colocar neste local, como resposta.
Um obrigado especial à nossa fã Cláudia Madeira pela sugestão.
Bom trabalho e até breve!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
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